sábado, 2 de julho de 2011

IGREJA

  


Quando aqueles que são chamados para pescar não pescam, eles brigam.
Quando a energia reservada para ser usada exteriormente é usada no interior das pessoas, o resultado é uma manifestação violenta de sentimentos.
Ao invés de lançar a rede, lançamos pedras; ao invés de estendermos as mãos, apontamos os dedos em uma atitude de acusação. Ao invés de sermos pescadores dos perdidos, tornamo-nos críticos dos remidos. Ao invés de ajudarmos os feridos, ferimos aqueles que nos ajudam.
O resultado? A igreja torna-se miserável espiritualmente. Olhos apertados procurando verrugas nos outros enquanto ignoram a própria verruga na ponta do nariz. Dedos retorcidos que passam por cima de toda energia para apontar somente as fraquezas.
Igrejas divididas. Testemunhos pobres. Corações partidos. Guerras legalistas.
E, que tristeza, os pobres continuam famintos, os confusos ficam sem assistência e os perdidos continuam abandonados.
Quando aqueles que são chamados para pescar não pescam, eles brigam.
Mas veja o outro lado dessa história de pesca: quando aqueles que são chamados para pescar realmente pescam, eles florescem!
Nada cuida melhor de uma situação de dificuldade do que um projeto de serviço noturno. Não há nada melhor para restaurar uma perspectiva do que uma visita à enfermaria de um hospital. Não há nada melhor para unir os soldados do que uma tarefa comum.
Deixe alguns soldados confinados em barracas, sem passar nenhum tempo na frente de batalha, e veja o que acontece com o seu comportamento. Logo inventarão motivos para se queixar. Os beliches são muito duros. A comida está muito fria. Os líderes são muito exigentes. A companhia é muito sem graça. Agora experimente colocar esses mesmos soldados em uma trincheira, deixe que se esquivem de algumas balas, e aquelas barracas antes tão enfadonhas parecerão um céu. As camas são ótimas e a comida quase perfeita. Os líderes são corajosos e a companhia, muito animada.
Quando aqueles que são chamados para pescar realmente pescam eles florescem.



quarta-feira, 8 de junho de 2011

RESPOSTA SÁBIA

Anne Graham, a filha do evangelista Billy Graham, estava sendo entrevistada num programa de televisão nos EUA, dias após um massacre ter acontecido no final dos anos 90 em uma escola norte-americana quando um atirador maluco causou a morte de 36 crianças e o ferimento em outras dezenas. Foi perguntado a ela: “Como é que Deus permitiu algo tão horroroso e cruel?”
Anne Graham respondeu com muita sabedoria. Disse ela: “Eu creio que Deus ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós. No entanto, por muitos anos nós, norte-americanos, temos dito para Deus não interferir em nossa vida, sair do nosso governo e das nossas escolas. Sendo ele um cavalheiro como é calmamente nos deixou. Como esperar que Deus nos dê a sua benção e a sua proteção se nós exigimos que ele não se envolvesse mais conosco?
À vista de tantos acontecimentos recentes como ataque de terroristas e esse tiroteio na escola, é preciso fazer algumas considerações.
Eu creio que tudo começou quando Madelin Murray O´hare (que foi assassinada) se queixou de que era impróprio se fazer oração nas escolas norte-americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião, e deixamos de orar com os alunos.
Depois disso, alguém propôs que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas, a Bíblia que ensina sobre não matar, não roubar e que devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos. E nós concordamos com isso também.
Logo depois o Dr. Benjamin Spock disse que os pais não deveriam bater em seus filhos quando eles fossem rebeldes, porque a personalidade deles, em formação, ficaria distorcida e isso poderia prejudicar sua auto-estima (o filho dele se suicidou). E nós dissemos: “Um perito nesse assunto deve saber o que está falando”. E então concordamos com ele também.
Depois alguém disse que os professores e diretores das escolas não deveriam disciplinar os alunos que se comportassem mal.
Então ficou decidido que nenhum professor poderia corrigir os seus alunos.
Aí, alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas quisessem. E nós aceitamos sem ao menos questionar as conseqüências disso.
Então foi dito que deveríamos dar aos nossos filhos tantos preservativos quantos quisessem, para que pudessem se divertir à vontade. E nós dissemos: “Está bem!”
Então alguém tomou a iniciativa de imprimir revistas com fotografias de mulheres nuas, dizendo que isto era uma coisa sadia e a apreciação natural do corpo feminino. E isso foi aceito. Depois outra pessoa levou isso um passo mais adiante e publicou fotos de crianças nuas, e foi mais além ainda, colocando-as à disposição de todos pela internet. E nós dissemos: “Está bem, isto é democracia”.
Agora nós estamos perguntando por que nossos filhos não têm consciência, e porque não sabem distinguir entre o bem e o mal, o certo e o errado, porque não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas e até a si próprios!
Se nós analisarmos seriamente a nossa sociedade, iremos facilmente compreender que estamos colhendo aquilo que semeamos!
Uma menina escreveu um bilhete para Deus: “Senhor, porque não salvaste aquela criança na escola?” A resposta dele só poderia ser esta: “Querida, não me deixam entrar nas escolas há bastante tempo!”
É notável como as pessoas simplesmente culpam a Deus pelas tragédias, mas não querem entender que o mundo está indo a passos largos para o inferno.
É triste ver como tantos crêem em tudo que os jornais e a TV dizem, mas duvidam do que a Bíblia ensina.
Quase todo mundo quer ir para o céu, desde que não precise aceitar crer, nem obedecer qualquer coisa que a Bíblia ensina. Não devemos responsabilizar a Deus, mas a nós mesmos, pelas tragédias que acontecem em nossa sociedade.

sábado, 7 de maio de 2011



Protejam suas famílias!

A postura moral contemporâneo tem desferido duros ataques à instituição familiar, idealizada por Deus para ser a base da sociedade. A edificação familiar esta comprometida pelos golpes inclementes que, incessantemente, tentam destruí-las: os muros que a protegiam caíram; os telhados, as portas e janelas e, principalmente, os alicerces já estão em ruínas.
Nos dias de hoje – como já aconteceu no passado, quando remanescentes do povo de Israel foram deixados para trás para não permitirem que a cidade de Jerusalém fosse invadida e arrasada pelos inimigos – alguns poucos cristãos se preocupam verdadeiramente com o bem-estar das famílias.
Quem se levantará para reconstruir, proteger e defender um dos projetos mais sublimes de Deus?
No momento em que alguém começa a demonstrar sua preocupação a respeito, e procura trabalhar para tentar reconstruir famílias que estão ameaçadas de destruição, logo surgem opositores, porque satanás quer aniquilar a força motriz da sociedade para fragilizá-la.
Nas palavras de Neemias – um homem corajoso, que foi usado por Deus para reconstruir os muros de Jerusalém – precisamos nos encorajar e nos desafiar mutuamente para lutar a favor da sustentação da família.

“Então, pus o povo, por famílias, nos lugares baixos e abertos, por detrás do muro, com as suas espadas, e as suas lanças, e os seus arcos; inspecionei, dispus-me e disse aos nobres, aos magistrados e ao resto do povo: não os temais; lembrai-vos do Senhor, grande e temível, e pelejai pelos vossos irmãos, vossos filhos, vossas filhas, vossa mulher e vossa casa.” (Neemias 4.13-14)

terça-feira, 3 de maio de 2011


Um bom partido

Os pais sempre sonham, anseiam e oram para que seus filhos se casem com pessoas de caráter firme, que os amem muito. Quando os filhos crescem, os pais começam a sentir um “friozinho na espinha” na expectativa de quem será o (a) escolhido (a). Uma sugestão interessante é pedir que eles preparem uma lista destacando as qualidades que gostariam de encontrar no futuro marido/esposa. Assim, quando seu filho chegar à sua casa um dia trazendo uma linda moça para lhe apresentar, ele poderá recorrer à lista anteriormente preparada e analisar se ela corresponde às suas esperanças.
Rute e Boaz demonstraram qualidades pessoais que contribuíram para que o seu casamento fosse bem-sucedido:

Boaz                                                               
* provedor: 2.9-16
* protetor: 2.9
* encorajador: 2.13
* bondoso: 2.15
* caráter equilibrado: 3.10
* modificou a vida de Rute: 4.14

Rute
* procurou a proteção de Deus: 2.12
* trabalhadora: 2.7
* boa, leal: 1.16; 2.11
* dedicada à família: 1.17
* humilde, respeitosa: 2.10
* caráter nobre: 3.11

Que os pais possam sempre encorajar seus filhos a procurarem a orientação do Senhor na escolha de seus futuros cônjuges; que eles sejam desafiados a priorizar as qualidades de caráter que evidenciem o compromisso dessa pessoa com Deus.

“O Senhor retribua o teu feito, e seja cumprida a tua recompensa do Senhor, Deus de Israel, sob cujas asas vieste buscar refúgio.” (Rute 2.12)  


sexta-feira, 29 de abril de 2011

Contas para pagar

Ao receber sua conta de luz, você pode ter pelo menos quatro razões para não pagá-la:

1. ”Não tenho dinheiro suficiente.”
2. ”Não quero pagá-la.”
3. “Não sabia que tinha de fazê-lo.”
4. “Esqueci.”

Qual desses argumentos você acha que a empresa de eletricidade aceitaria como justificativa aceitável para você não fazer o pagamento?
Adivinhou! Nenhum deles.
Qual dessas mesmas quatro razões Deus aceita como boa desculpa para você não viver em obediência?
Acertou de novo! Nenhuma.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Geração ergométrica


Talvez o símbolo desta geração seja a bicicleta ergométrica.
Ela representa o que muita gente tem - excesso de peso.
Ela representa o que muita gente quer - ser diferente

E representa o que muita gente passa muito tempo fazendo - pedalando furiosamente e não chegando a lugar nenhum. Grande atividade, pouca realização.  O tanque do automóvel, as fraldas, as contas, o relógio.
As paredes do escritório pintadas com o cinza da rotina. As casas feitas com a madeira da monotonia.  Muitos vivem a vida na bicicleta ergométrica.  Dia após dia, fazendo a mesma coisa e vendo o mesmo cenário.  Existe algum fim para este túnel cinzento?
Sim existe.
Volte comigo na historia uns 2 mil anos. Vamos até Roma.
A excitante metrópole dos gladiadores, das brigas e do império. Mas não pare no Coliseu nem no palácio. Vá direto a uma sala pequena e pouco atraente, rodeada por altas paredes. Vamos espreitá-las e observar.
Lá dentro, vemos um homem sentado no chão ele é um senhor idoso calvo e com os ombros curvados. Ele tem correntes nas mãos e nos pés. E, acorrentado a ele esta um guarda do exercito romano. 
É o apóstolo Paulo. O apóstolo que viajou pelo mundo. O apóstolo que libertou as pessoas em todos os portos. O apóstolo que era exclusivamente dominado pela vontade de Deus, agora acorrentado – preso em uma casa suja – a um oficial romano.
Aqui esta um homem cheio de razões para estar deprimido: confinado por paredes; afligido pelos amigos (Fp 1.15); ameaçado pelo perigo (Fp 1.21).
Ele esta escrevendo uma carta.  Sem duvida, uma carta de reclamações a Deus, uma lista de queixas. Ele tem todas as razões para estar amargurado e reclamar.  Mas não o faz. Em vez disso ele escreve uma carta que, 2 mil anos mais tarde, ainda é conhecida como um tratado de alegria.
Parece interessante? Claro que sim! Quem não usaria um guia de alegria neste mundo? Por que você não passa algum tempo com ela? Desmonte a bicicleta que não o leva a lugar nenhum e siga Paulo, que o conduzira pela trilha da paz.


Leia: Carta aos Filipenses